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Câmara de Maringá reforça inclusão com intérpretes de Libras enquanto Prefeitura amplia atendimento à população surda
Por Administrador
Publicado em 31/01/2026 01:40
Notícias de Maringá

Maringá avança de forma concreta na construção de uma cidade mais inclusiva, com ações que ampliam o acesso da população surda aos serviços públicos e às decisões que impactam a vida da cidade. Iniciativas desenvolvidas pela Prefeitura e pela Câmara de Vereadores fortalecem a acessibilidade, garantem o direito à informação e promovem mais autonomia, participação e cidadania.

 

Na tarde de quinta-feira (29), a Prefeitura Municipal lançou o projeto “Mãos que Falam”, voltado à ampliação do atendimento em Libras nos serviços públicos. A iniciativa permite que pessoas surdas sejam atendidas de forma adequada mesmo quando o servidor não domina a Língua Brasileira de Sinais, utilizando uma central de atendimento remoto em Libras. Na prática, isso significa mais agilidade, menos barreiras de comunicação e mais independência para o cidadão acessar serviços essenciais.

 

O lançamento do projeto contou com a presença do prefeito Silvio Barros, da primeira-dama Bernadete Barros e de autoridades municipais e estaduais. A Câmara de Vereadores esteve representada pela vereadora Akemi Nishimori, reforçando o alinhamento institucional entre Executivo e Legislativo na promoção de políticas públicas inclusivas.

 

Durante o evento, o secretário da Pessoa com Deficiência, Marcos Aurélio da Silva, destacou que a iniciativa traz benefícios diretos para o atendimento diário da população. Segundo ele, quando o servidor não estiver capacitado em Libras, o sistema permite conexão imediata com um intérprete, garantindo que a pessoa surda seja compreendida e atendida com qualidade, respeito e segurança.

 

Paralelamente, a Câmara de Vereadores de Maringá segue avançando na implantação de intérpretes de Libras nas sessões legislativas e demais atividades da Casa. A medida garante que pessoas surdas ou com deficiência auditiva possam acompanhar, em tempo real, os debates, votações e decisões que influenciam diretamente áreas como saúde, educação, mobilidade, infraestrutura e políticas sociais.

 

Na prática, a presença de intérpretes amplia a transparência, fortalece a democracia e assegura que mais cidadãos participem da vida pública com autonomia e informação. O Legislativo deixa de ser um espaço de acesso restrito e passa a ser, efetivamente, um ambiente aberto e acessível para todos.

(Fonte: Comunicação CMM)

 

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