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Câmara de Maringá destaca democratização do ensino de tecnologia
Por Administrador
Publicado em 12/05/2026 18:02
Notícias de Maringá

A Câmara de Vereadores de Maringá recebeu, na sessão ordinária desta terça-feira (12), o presidente da Associação Codaqui, Enderson Menezes Cândido, que falou sobre as atividades da entidade voltadas à democratização do ensino de tecnologia. Entre as ações, destacam-se as aulas para crianças e adolescentes, principalmente com foco na capacitação para o mercado de trabalho.

 

O vereador Flávio Mantovani, autor do convite para uso da tribuna, parabenizou o trabalho desenvolvido pela entidade, sobretudo o de ensinar jovens e crianças a aprender programação, conhecimentos “essenciais para sobreviver nesse ambiente digital e conquistar novos postos de trabalho”.

 

O convidado contou a história da criação da entidade e, para esclarecer a curiosidade sobre o nome, explicou que o termo vem do inglês “code”, que significa “codificar” em português.

 

De acordo com Cândido, junto com a Associação DevParaná, as entidades realizam, há mais de 10 anos, eventos voltados a um público que já soma 12 mil pessoas, trazendo para Maringá conteúdos e experiências encontrados geralmente apenas em São Paulo e em outras grandes metrópoles brasileiras. “Conhecimentos que estão concentrados em cidades de grande porte podem ser encontrados em nossos eventos”, explicou.

 

O convidado lembrou que a entidade promove eventos tanto para profissionais da área quanto para aqueles que desejam ingressar no setor. Destacou também o projeto “Elas no Código”, que busca inserir mulheres no segmento de tecnologia e apoiar aquelas que já atuam na área, com o objetivo de reduzir a disparidade no mercado de trabalho entre homens e mulheres.

 

Cândido ressaltou ainda que cinco empresas maringaenses se reuniram no projeto TI Social, iniciativa que promove o acesso à educação digital para comunidades carentes da região de Maringá, unindo tecnologia e responsabilidade social. Também destacou uma das mais novas comunidades, a Combuca.dev, voltada para minorias e com eventos realizados em diversas partes do mundo.

 

“Mais do que uma pequena escola de programação criada em 2016, ainda sem nome, somos hoje uma comunidade de comunidades. Utilizamos nossa estrutura de associação para levar eventos a outras comunidades, em diversos locais, sempre com o princípio social e a vontade de compartilhar conhecimento. A tecnologia pode mudar a vida de muitas pessoas”, enfatizou. 

(Texto: Comunicação CMM)

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