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Projeto “Memórias DCU” resgata história e identidade cultural da UEM
Por Administrador
Publicado em 09/05/2026 12:22
Notícias de Maringá

A Universidade Estadual de Maringá (UEM), por meio de sua Diretoria de Cultura (DCU), segue fortalecendo a preservação de sua trajetória artística e institucional com o projeto “Memórias DCU”. O resgate histórico está sendo realizado desde o ano passado pela acadêmica de Artes Visuais, Clara de Moraes.

Criado inicialmente em 2023, o projeto passou por uma interrupção e foi reativado com a chegada de novos bolsistas à DCU. Sob orientação do diretor de Cultura, professor André Rosa, Clara assumiu a missão de dar continuidade à iniciativa, ampliando seu alcance com novas entrevistas, digitalização de fotografias e organização de materiais históricos.

“O projeto busca contar como surgiu a Diretoria de Cultura, mas principalmente preservar a memória das pessoas que fizeram parte dessa história. Os registros oficiais trazem dados, mas os relatos pessoais revelam experiências, dificuldades e contribuições que ajudam a construir a identidade da universidade”, explica a acadêmica.

Entre as ações desenvolvidas, destacam-se entrevistas com professores ligados à música, como Marcos Watanabe, Jair Botelho e Salomão Guarnieri, além da recuperação de registros fotográficos presentes em acervos físicos da DCU. O trabalho também evidenciou a intensa efervescência cultural da UEM ao longo dos anos, com grupos artísticos marcantes nas áreas de música, teatro e dança.

Clara ressalta que o contato com essas histórias proporcionou uma nova perspectiva sobre o papel da cultura na universidade. “Foi uma experiência até nostálgica. Ver registros de uma época em que eu ainda era criança e perceber a riqueza das atividades culturais que já aconteciam aqui é algo muito significativo”, afirma.

O projeto “Memórias DCU” está disponível em formato digital, por meio de um site de acesso público, que reúne entrevistas, fotos e vídeos. A proposta é manter a plataforma ativa e em constante atualização, incorporando novos depoimentos de professores, estudantes e servidores, além da criação de ferramentas como uma linha do tempo da gestão cultural da UEM.

Com previsão de atuação até o final de 2026, Clara destaca a importância da continuidade do projeto. “A ideia é que ele não pare novamente. Queremos deixar esse material organizado para que os próximos bolsistas possam dar sequência, garantindo que essa memória siga viva”, pontua.

Mais do que preservar o passado, o “Memórias DCU” se consolida como um instrumento de valorização da cultura universitária e de inspiração para as novas gerações, reforçando o papel da UEM como espaço de produção artística e construção coletiva de histórias. 

(Marcelo Bulgarelli/Comunicação UEM)

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